Cansada de ouvir as pessoas perguntando se realmente tem seis dedos no pé direito, conforme afirmado pelo programa Pânico na TV do dia 6 de março, Daniella Cicarelli resolveu esclarecer o assunto. A top vai acabar com toda a polêmica durante o Beija Sapo, atração que comanda na MTV, desta quarta-feira (16).
Os humoristas Repórter Vesgo e Silvio Santos, do Pânico, fizeram plantão na porta da emissora musical no dia 4 de março para que Cicarelli calçasse as Sandálias da Humildade e a VJ aceitou. Na edição das imagens, no entanto, ela aparece com seis dedos no pé direito, o que foi afirmado e confirmado pela direção do Pânico na TV, que inclusive explicou no ar o suposto "problema".
Quem quiser conferir os pés de Cicarelli terá de sintonizar a MTV nesta quarta às 22h.

A turma do Pânico na TV animou a porta da casa do diretor Wolf Maya durante a festa em comemoração ao sucesso da novela Senhora do Destino, nesta quinta-feira (10), no Rio de Janeiro. Os atores da trama global viraram alvo das piadas do Repórter Vesgo e do Silvio Santos e entraram no clima.
Os humoristas chegaram ao local com um livro dos 40 anos da Globo que dava choque nas pessoas quando era aberto. Bárbara Borges, Marcello Antony e Heitor Martinez não se importaram com o assédio e pararam conversar com eles, mas se deram mal com suas brincadeiras.
Vesgo e Silvio Santos ainda usaram um microfone semelhante ao do programa global Video Show para divertir os atores. Renata Sorrah, que foi à festa com Leandra Leal, deu boas risadas com os humoristas. Eles começaram a gritar para ela roubar seu bebê, com uma boneca nos braços, fazendo a atriz cair na gargalhada dentro do carro.
Após a abordagem na porta, os humoristas conseguiram entrar na casa escondidos no carro de um convidado e chegaram a dançar com o diretor Wolf Maya durante a comemoração.
A mídia pelo jeito está dividida se acredita ou não na história dos 6 dedos da Cicarelli.
No Fuxico o diretor afirma ser verdade, o Babado nega... no site Estrelando fez até uma enquete sobre o assunto.
E o que vocês acham sobre isso?? Será mais uma vez montagem do Pânico ao mostrar o pé da Daniella, assim como fizeram com a Luaninha ao "calçar" as Sandálias da Humildade?? Se realmente for montagem, o Pânico está de nota zero.
Depois de exibir imagens de Daniella Cicarelli calçando a "sandália da humildade", os humoristas do Pânico fizeram uma "revelação", segundo eles: a top sofreria de polidactilia, ou seja, teria um dedo a mais no pé direito. Mas a foto ao lado mostra que tudo não passou de brincadeira dos rapazes.
Quem assistiu ao programa no domingo (6), na RedeTV!, pensou tratar-se de mais uma das brincadeiras dos humoristas. Afinal, quando disseram, no ano passado, terem calçado as ditas sandálias em Luana Piovani, descobriu-se depois tratar-se de uma dublê de pé. Luana não calçou as alpargatas conforme eles propagaram, embora tenha feito as pazes com Vesgo, trocando até dedinhos.
Em conversa com a reportagem de Ofuxico, Ricardo de Barros, diretor do humorístico comandado por Emílio Surita, garantiu que Cicarelli é mesmo portadora de uma anomalia chamada Polidactilia, ou seja, tem seis dedos no pé direito. “Na edição dá para ver bem. É um sexto dedo até bonitinho, do lado do dedo mínimo do pé dela”, descreve o diretor. Ainda segundo ele, o editor foi quem chamou a atenção de todos, já que os humoristas que calçaram as sandálias não tiveram tempo de perceber a anomalia. “A gente ficou horas na MTV, esperando a Cicarelli gravar o programa dela para, na saída, calçar as sandálias. Já era quase uma hora da manhã, tinha banda de fanfarra tocando, enfim, foi tudo muito rápido após tanto tempo que ficamos esperando”, explica ele, garantindo que “dá para ver nitidamente na fita o sexto dedo.”
Na pele do Repórter Vesgo, do Pânico na TV!, Rodrigo Scarpa vira pedra no sapato das celebridades e anuncia que seu próximo alvo será Severino Cavalcanti O mineiro de Itanhandu Rodrigo Scarpa, 24 anos, venceu pela insistência. De tanto ligar para o programa de rádio Pânico, da Jovem Pan paulistana, acabou sendo admitido na trupe irreverente e hoje arranca gargalhadas na pele do Repórter Vesgo, na Rede TV!. Foi também na base da insistência que ele e o parceiro Silvio Santos, vivido por Wellington Muniz, fizeram a atriz Luana Piovani calçar as detestadas “sandálias da humildade”. Em seu mal-ajambrado terno, Scarpa invade festas de famosos e debocha de artistas arroz-de-festa. O último alvo de suas abordagens desconcertantes foi a modelo Caroline Bittencourt, desafeto de Daniella Cicarelli – essa, aliás, virou vítima das perseguições do repórter, que não costuma tratar suas eleitas como cinderelas do reino da badalação diária. Filho de um açougueiro e uma dona-de-casa, Scarpa contrariou os planos da mãe, que queria que o caçula de seus três filhos fosse padre. “E olha no que deu... Mas ela é minha fã, me assiste todo domingo”, conta.
ISTOÉ – Você não é vesgo. E repórter, você é?
Rodrigo Scarpa – Estudei rádio e TV na Faculdade Metodista.
ISTOÉ – Como você chegou ao Pânico na TV!?
Scarpa – Sempre fui fissurado no assunto. Fazia filmes caseiros, entrevistas nas ruas lá na minha cidade. Já era um pouco do Vesgo. Ligava todo dia pro Pânico e dizia: “Aqui é o Rodrigo, de Itanhandu!” Minha mãe queria me matar porque as contas de telefone vinham altas. E eu explicava para meus pais que aquilo ia me dar futuro, que um dia iria para o rádio.
ISTOÉ – Você queria ser famoso?
Scarpa – Não. Eu queria fazer um trabalho bacana na televisão. Quis ser locutor de rádio, mas descobri que eles ganham pouco e desisti. Comecei como estagiário na Jovem Pan. Colava adesivos nas ruas, buscava lanche para o Luciano Huck e ganhava R$ 150. Odiava fazer aquilo.
ISTOÉ – E como nasceu o Repórter Vesgo?
Scarpa – O Pânico precisava de um repórter sério, que usasse até terno.
Mas eu não queria ser um repórter quadradão. Na minha estréia, lambi o rosto da entrevistada. Aos poucos, implantei o repórter louco. Como os artistas só iam no Gugu e no Faustão, me mandaram cobrir as festas de famosos. Eu estava nervoso com a estréia e o Emílio Surita (âncora do programa) disse: “De tão nervoso está vesgo.” Daí pegou.
ISTOÉ – Em que momento você acha que chamou a atenção?
Scarpa – A Roberta Miranda foi um divisor de águas na minha vida. Fui cobrir
o aniversário da Luciana Gimenez e não tinha quase ninguém famoso.
Precisava fazer render. Então pedi um selinho a Roberta Miranda e ela me
tascou um beijão de 13 segundos.
ISTOÉ – Você gosta dos outros programas de humor?
Scarpa – Gosto do Casseta & Planeta, do Hermes e Renato e de A grande família. Gostava muito de Os normais. Não gosto do Zorra total e de A praça é nossa. São antigos, com piadas decoradas. Gosto de humor com crítica.
ISTOÉ – O Pânico na TV é crítico?
Scarpa – Criticamos esse mundo das pseudocelebridades, dos artistas arroz-de-festa, que plantam nota no jornal. Fico indignado quando leio algo como “Joana Prado opera o dente de siso”. O que o Vesgo e o Silvio fazem é desconstruir isso (Cita o conceito-chave do filósofo francês Jacques Derrida). Criticamos também a arrogância dos artistas com as sandálias da humildade.
ISTOÉ – A perseguição do Clodovil acelerou a demissão dele...
Scarpa – O Clodovil cavou a própria cova. Se ele tivesse calçado as sandálias,
talvez não fosse mandado embora. A casa dele não teria desabado e ele não
teria quebrado a costela (risos). As sandálias são divinas! O Clodovil é caso
perdido, arrogante mesmo.
ISTOÉ – E a Daniella Cicarelli?
Scarpa – Acho que ela calça. Vamos colocar as sandálias na Cicarelli porque o povo quer. Mas, se eu fosse ela, teria expulsado a Caroline Bittencourt também. Ela foi ao casamento de penetra! Caso clássico de arroz-de-festa!
ISTOÉ – Quem você acha que está merecendo as sandálias?
Scarpa – O Severino Cavalcanti. É um absurdo ele querer aumentar o salário dos deputados!
ISTOÉ – Você recebeu propostas de outras emissoras?
Scarpa – A Marlene Mattos quis me levar para a Bandeirantes. Mas não penso em sair porque estamos num momento muito bom. Meu grande sonho é ser apresentador. Mas preciso aprender muito.
ISTOÉ – Você acompanha os índices de audiência?
Scarpa – Sou viciado em ibope. É uma doença que o Gugu tem e que o Faustão deve ter também. Sou competitivo. Quem não quer ficar cutucando o Gugu? Televisão é guerra de audiência. Mas nunca vou explorar deficientes, usar sushis eróticos... Debochamos dessas apelações. A mulher-samambaia, por exemplo, não faz nada, só fica ali porque é gostosa. Só que a gente assume.
ÉPOCA - É verdade que o Wellington tem de segurar a onda do Rodrigo
durante as brincadeiras?
Wellington - Ah, isso é porque eu sou mais
velho... (risos)
Rodrigo - Não é isso, não!
(risos)
Wellington - Eu tenho mais noção do perigo que ele.
(risos)
Rodrigo - Não, estamos em equilíbrio. Eu também puxo
ele, mas para a loucura. Assim fica engraçado, mas não exagerado
demais.
Wellington - Mas eu veto, sim, porque se não vetar... Por
exemplo, teve o dia do Vitor Fasano. Rodrigo era novinho e eu avisei: ''Bicho,
tem de tomar cuidado com o que vai perguntar, porque esses caras são meio
valentes''. Aí ele chegou e nem falou nada pesado. Só disse: ''Vitor, faz anos
que não te vejo!''. E o cara virou a mão e deu um soco! Imagina se tivesse
perguntado alguma coisa mais ousada...
Rodrigo - Acho que é o
seguinte: no início, eu era muito mais, mais...
Wellington - Sem noção
mesmo! (risos) A gente brinca com um BBB que fica falando que tem
projetos, mas nunca mostra nada. Não fazemos isso com um Antônio Fagundes, uma
Fernanda Montenegro. A não ser que eles façam um filme que é uma
porcaria...
Rodrigo - Aí damos a nossa opinião! O que acontece é que a
gente fala muita verdade.
Wellington - A gente é porta-voz do povo. É
o que todo mundo sempre teve vontade de perguntar, mas não teve oportunidade
porque não tem o microfone e a câmera na mão.
ÉPOCA - Vocês se sentem punindo quem merece ser punido?
Wellington
- Não, não saímos para punir e julgar, mas para perguntar o que o povo quer
saber.
Rodrigo - É o seguinte: você tem de colocar a falsa celebridade
em seu devido lugar. A pessoa não pode se achar, ser arrogante, que a gente vai
lá e oferece as sandálias da humildade mesmo.
ÉPOCA - Como nasceram as sandálias?
Wellington - Era uma
brincadeira que Emílio Surita fazia aqui nas reuniões da rádio. Quando alguém se
achava a última bolacha do pacote, ele mostrava as sandálias para o cara baixar
a bola.
Rodrigo - A primeira vez que usamos no programa foi com a
Luana Piovani. Fui tentar beijá-la e ela me empurrou, falando: ''Sai daqui,
moleque!''.
Wellington - Ele foi beijando o ombro, chegando no
pescoço...
Rodrigo - Mas ela me tratou de forma arrogante mesmo! E não
queria dar entrevista nunca para a gente!
Wellington - É, mas hoje ela
entende. O lance da sandália só dá certo assim, se a pessoa não quer calçar. O
personagem que alavancou mesmo foi Clodovil. Demos oito capítulos só com ele se
recusando a calçar as sandálias.
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ÉPOCA - Por que vocês perseguiram Clodovil por tanto
tempo? ÉPOCA - Quer dizer que Daniella Cicarelli é a próxima
vítima? ÉPOCA - Mas qual a importância de ficar discutindo se
Daniella Cicarelli expulsou ou não a outra da festa? ÉPOCA - Vocês já calçaram as sandálias? ÉPOCA - Na disputa pela prefeitura de São Paulo, vocês foram
impedidos de fazer a entrevista com Marta Suplicy. Quem deu a ordem para que
desligassem as câmeras? ÉPOCA - Vocês já receberam propostas de outras
emissoras? |
A dupla Silvio Santos e Repórter Vesgo fala sobre suas enrascadas na caça às celebridades no programa Pânico na TV
Há mais de um ano no ar, o Repórter Vesgo, interpretado por Rodrigo Scarpa, e o Silvio Santos, imitação feita por Wellington Muniz, não precisam mais se preocupar em penetrar às escondidas nas festas dos famosos. Hoje, eles são convidados para a grande maioria delas. Depois de roubar a audiência do domingo com suas piadas cheias de absurdos e cortadas ferinas, a dupla ficou consagrada como um dos pontos altos do programa de linguagem caótica apresentado na Rede TV! pelo radialista Emílio Surita. Em uma sintonia própria de quem não se desgruda, a dupla espremeu um tempo em sua rotina atropelada em São Paulo para conversar com ÉPOCA. Não restou pedra sobre pedra. Mas sobraram risadas.
ÉPOCA - Como surgiu a dupla?
Rodrigo Scarpa - Naturalmente. Eu sou mais louco e faço coisas sem noção. Meio joselito mesmo. A união deu certo porque um faz humor com piada e o outro vai para a frente do artista fazer perguntas desconcertantes.
ÉPOCA - Vocês sempre quiseram fazer esse tipo de humor?
Wellington Muniz- Quando criança, eu era travado, não abria a boca na sala de aula. Meu pai fazia sempre uma piada e eu ficava quieto, tomando coragem para contar a minha. Só descobri o dom aos 13 anos e passei a trabalhar profissionalmente aos 16, com apresentação em bares. Eu contava piada, histórias e fazia personagens.
Rodrigo - Eu também era tímido, mas meio louquinho. Gostava tanto de rádio e TV que um dia subi na antena de minha casa com um vídeo e um filme caseiro. Queria ligar os fios e transmitir meu filme para toda a vizinhança! Eu fazia filmes trash e com monstros, não tinha nada a ver.
ÉPOCA - Quais são os humoristas em quem vocês se inspiram?
Wellington - Acho o Chico Anysio um mestre, um gênio. O cara tem 209 personagens, devia ganhar um Oscar!
Rodrigo - Eu me inspiro no Jim Carrey. O Vesgo faz sempre caras e bocas.
ÉPOCA - Por que Repórter Vesgo?
Rodrigo - Quando começou o programa eu era o Repórter Estagiário. O antigo diretor (Pedro Peixoto) queria que eu fosse sério. Deveria ficar nas casas de família para medir audiência. Mas eu queria implantar outro estilo.
Wellington - Aí, no primeiro dia, ele lambeu o rosto de uma mulher! (risos) Você acha que o cara tem noção? Pegou a entrevistada no sofá e passou a língua na cara dela! (risos)
Rodrigo - O diretor ficou louco e o Emílio Surita disse para ele ter calma. O ''vesgo'' veio porque eu ficava nervoso nas primeiras entradas.
Wellington - É que ele fica meio estrábico quando fica nervoso. (risos)
Rodrigo - Não... É que era ao vivo e eu ficava olhando para o monitor, para a câmera, para o monitor... aí cada olho olhava para um canto.
Wellington - Mas o boom dele mesmo foi com Roberta Miranda. O cara se apaixonou. (risos)
ÉPOCA - Como foi essa história do beijo em Roberta Miranda?
Rodrigo - Foi nessa coisa de tentar fazer qualquer coisa para render. Foi na festa da Luciana Gimenez.
Wellington - Ele foi bater um papo com ela, tomou uma cervejinha... (risos)
Rodrigo - Não! Olha, foi o seguinte. Foi uma de minhas primeiras matérias, eu estava muito nervoso. A gente tinha de fazer render e não tinha nenhum famoso.
Wellington - Tinha, sim: a Salete Campari (hostess drag queen). E Rodrigo tentou arrancar a calcinha dela!
Rodrigo - Não, você está viajando! Eu tentei levantar foi a saia dela.
Wellington - Ah, é! É verdade.
Rodrigo - Bom, eu estava tentando fazer render.
Wellington - Estava nervoso...
Rodrigo - Nervoso mesmo, tinha de ter matéria. Eu precisava fazer alguma coisa maluca. Aí eu vi a Roberta Miranda passando... (risos) Eu não falei nada, cheguei e lhe dei um beijo no rosto. E ela, do nada, olhou para mim e me deu um grande beijo na boca. De verdade! Ela entrou na brincadeira e inverteu os papéis. Fiquei constrangido.
Wellington - E saiu com batom até o olho! (risos)
Rodrigo - (risos)Quando vi, estavam todos os jornalistas tirando foto. Devem ter falado: ''Quem é esse louco que...''
Wellington - É o namorado da Roberta Miranda! (risos)
Rodrigo - Eles não colocaram isso...
Wellington - É brincadeira! (risos)
Rodrigo - Eles pensaram: ''Quem é esse louco que beijou a Roberta Miranda?''. Ninguém entendeu. Depois, vieram atrás para saber quem eu era.
ÉPOCA - Esse foi o momento mais constrangedor que você passou?
Rodrigo - Foi. Houve muitos momentos constrangedores. Eles alavancaram a gente.
Wellington - Houve aquele com Luana Piovani e Vitor Fasano. Acho que o Fasano estava triste porque não havia passado no teste para a novela.
ÉPOCA - Qual foi o momento em que vocês sentiram que extrapolaram?
Rodrigo - Passei do limite com Mariana Kupfer. Foi gratuito.
Wellington - Mas isso foi no começo. Ele ainda estava amadurecendo.
Rodrigo - Apesar disso, até hoje acho que o que eu disse é uma verdade!
Wellington - Olha que ela vai processar você! Ela disse que, se falar o nome, ela processa. Você escreve aí: ''Mariana pontinho pontinho''... (risos)
ÉPOCA - Mas, afinal, o que você disse a Mariana?
Wellington - Ele só falou a verdade, mas a verdade dói.
Rodrigo - Eu disse: ''Mariana pontinho pontinho''...
Wellington - Olha...
Rodrigo - ''...Você já foi apresentadora e não conseguiu sucesso. Você já tentou ser cantora e não teve sucesso; locutora, e fracassou. Já tentou ser repórter, e nada. ''Mariana pontinho pontinho, qual é a sua nova empreitada?'' Não foi nada de mais, mas acho que por causa do jeito que eu cheguei para falar, ela ficou...
Wellington - Constrangida.
Rodrigo - Não. Ela ficou...
Wellington - Triste.
Rodrigo - É, triste. Ela ficou com cara de choro. (risos)
ÉPOCA - No domingo 27 de fevereiro, vocês mostraram as condições do prédio em que morava a Yara Cicarelli, mãe da Daniella. Na seqüência à exibição, o Faustão veio com um vídeo em que a Yara chorava, dizendo que sua vida estava sendo revirada devido às fofocas em torno do casamento da filha. Às vezes, vocês não passam do limite e humilham as pessoas?
Rodrigo - Claro que não. Como que a gente humilha?
ÉPOCA - Outro exemplo. Vocês foram ao programa do João Gordo com a Sônia Lima e ficaram tirando sarro da deficiência física do marido dela, Wagner Montes.
Wellington - Fiz piada com o Wagner porque ele aceita. No dia em que a gente se encontrou, ele contou piada dele mesmo. Não é nada para depreciar a pessoa, e sim porque a gente tinha liberdade para brincar.
ÉPOCA - Qual é o limite da brincadeira?
Rodrigo - É o bom senso, você não pode deixar a pessoa humilhada.
Wellington - Se eu pego pesado, peço desculpas e a cena não entra.
Rodrigo - A gente está aprendendo a se policiar. Claro que não somos donos da verdade, já erramos muitas vezes, mas a gente está aí para tentar melhorar o que fizemos errado. Sem humilhar, sem agredir, sem desrespeitar.
Wellington - Deu, deu... Você está falando palavras bonitas para a revista. (risos)
Rodrigo - Não é isso. (risos) Muitas vezes a gente erra mesmo.
Wellington - Tudo bem, a gente errou, mas não muitas vezes. Quando ele começou, achava que podia fazer tudo. É normal, é o pique. Agora é diferente.
A Turma do Pânico na TV conseguiu fazer Daniella Cicarelli calçar as famosas Sandálias da Humildade, na noite desta quinta-feira (3), em São Paulo. O Repórter Vesgo e Silvio Santos ficaram de plantão na porta da MTV durante toda a tarde até a VJ sair da emissora, após gravar seu novo programa Beija Sapo.
Ainda dentro da MTV, a modelo conversou com a imprensa e confessou que é uma grande admiradora do trabalho dos humoristas.
- Sou fã dos caras e sempre ia no programa da Jovem Pan. Acompanhei e me diverti com toda a história deles em Paris. Se eles acham que eu tenho que calçar as sandálias eu calço, garantiu.
Ao sair da emissora, Cicarelli foi surpreendida com a presença da turma da RedeTV! deitada na porta. Bastante simpática, a VJ sentou no colchão com Vesgo e Silvio Santos para conversar e não escapou de suas piadas. Os humoristas logo perguntaram se ela casaria com Ronaldo se ele fosse entregador de pizzas.
- Ele seria meu amante e entregaria pizza em casa sempre!!, respondeu a modelo, caindo na gargalhada.
Em seguida, apareceu um sósia do Fenômeno com uma embalagem de pizza, trazendo dentro dela as Sandálias da Humildade. Daniella Cicarelli, então, não perdeu tempo e cedeu aos pedidos da equipe. Assim que ela calçou as sandálias, uma banda e fogos de artifício tomaram conta da entrada da MTV.
O Pânico na TV sugeriu que a bela morena calçasse as Sandálias da Humildade, depois dela ter expulsado a top Caroline Bittencourt de seu casamento com Ronaldo, no último dia 14, na França.
Cicarelli gravou o piloto de seu programa Beija Sapo na tarde de ontem e voltou à emissora nesta tarde.